CAPÍTULO 9
Programação visual com Software Livre
EDIT LIN EDITORIAL S.L,  dos autores  Daniel Campos Fernández e José Luis Redrejo.  Prólogo de Benoit Minisini
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Como denominar a biblioteca



Após a palavra chave IN, é colocada entre aspas o nome da biblioteca. A principio podemos indicar um nome simples, como llibc ou libgstreamer. Neste caso, Gambas tratará de encontrar a versão mais moderna instalada no sistema. As vezes, pode nos interessar uma versão exata de uma biblioteca, em cujo caso usamos o símbolo : após o nome e em seguida, o número da versão, por exemplo libgl:1.0.7667 ou libc:6.

No sistema GNU/Linux, dentro das pastas /lib ou /usr/lib encontramos a maioria das bibliotecas que existe em nosso sistema. A partir dos nomes desses arquivos, podemos deduzir o nome da biblioteca, por exemplo:
 

/usr/lib/libglib-2.0.so.600.4                        -->        "libglib-2.0.600.4"
 

Como podemos observar,  o número da versão é sempre o número que encontra-se após o texto .so.  No nome do arquivo, o valor 2.0 após o texto libglib- é parte do nome e não da versão. Especificar o número da versão pode ser problemático quando se trata de instalar um programa em diferentes equipamentos com diferentes distribuições GNU/Linux instaladas, que podem ter versões ligeiramente diferentes desta biblioteca ou trocar após uma atualização do sistema. Por tanto, temos que aplicar esta característica só em casos imprescindível, ou talvez empregar um número maior e deixar o menor  e a revisão a escolha do Gambas.

Se em um módulo ou classe definirmos varias funções de uma mesma biblioteca, não é necessário especifica-la em todas as declarações, basta indica-la como biblioteca padrão com a palavra chave LIBRARY e Gambas a empregará em todas as declarações na qual não se especifique a biblioteca.
 

LIBRARY "libglib-2.0"

EXTERN g_utf8_strlen ( p AS String, Mx AS Integer ) AS Integer

EXTERN g_utf8_strlen ( Buf AS String, Mx AS Integer) AS Pointer

EXTERN getchar ( ) AS Integer IN "libc:6"
 

Aqui, as duas primeiras funções pertencem a libglib, e a terceira a libc.
 





 
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Cópia literal

Extraído do livro “GAMBAS, programação visual com software Livre”, da editora EDIT LIN EDITORIAL S.L,  dos autores  Daniel Campos Fernández e José Luis Redrejo. Prólogo de Benoit Minisini

LICENSA DESTE DOCUMENTO


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Tradução

Cientista
 (Antonio Sousa)