CAPÍTULO 4
Programação visual com Software Livre
EDIT LIN EDITORIAL S.L,  dos autores  Daniel Campos Fernández e José Luis Redrejo.  Prólogo de Benoit Minisini



4.1 A ajuda oferecida por outros programas


O sistema GNU/Linux seguem a filosofia do UNIX. Parte dela consiste de criar pequenos programas especializados em cada área, em lugar de gerar grandes aplicações monolíticas. Como resultado o GNU/Linux dispõe de muitos utilitários de console capazes de realizar quase que qualquer tarefa que necessitemos. Os programas com interface gráfica, habitualmente são simples front-ends para aplicações de linha de comando. Podemos por como exemplo o magnífico programa de gravação de Cds e DVDs  K3B, uma aplicação simples, bonita e intuitiva que no entanto, e só uma porta para aplicações como cdrecord ou mkisofs, poderosas ferramentas de console. Reprodutores de video ou áudio como Totem ou Kmplayer, recobrem também aplicações sem interface gráfica própria como o grande Mplayer.

Para aqueles que vem do ambiente Win32/VB, pode achar estranho, acostumados a trabalhar só com os recursos suportado pelo próprio ambiente de programação ou adicionando chamadas a API, isto é,  trabalhando com bibliotecas do sistema quando o VB não possui os recursos necessário, mas este modelo  de  segmentação  em  pequenas  unidades  oferece  grandes
vantagens ao programador.

GNU/Linux permite desenvolver sem reinventar a roda. O shell bash, comum neste sistema, junto com as ferramentas habituais de console que acompanham a qualquer distribuição, proporciona todo o necessário para gravar um CD, reproduzir um video, gestionar serviços LDAP, transmitir arquivos com ftp, http, smb, scp e nfs, enviar e receber email, administrar base de dados, converter formatos de arquivos gráficos ou de texto  e muitas tarefas mais. Não é necessário, na maior parte de nossos desenvolvimentos, entrar nas complexidades das diversas bibliotecas escritas em C, tratar de conversões de tipos entre uma linguagem de alto nível e C, nem cair frequentemente em violações de segmento por um descuido em um ponteiro mal gestionado. Basta consultar a documentação de um comando e chama-lo tal e como faríamos a partir do console do sistema.

A depuração do programa também o torna amais fácil: basta testar o comando em um terminal de texto e comprovar os resultados, antes de inclui-lo no código do Gambas.




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Cópia literal

Extraído do livro “GAMBAS, programação visual com software Livre”, da editora EDIT LIN EDITORIAL S.L,  dos autores  Daniel Campos Fernández e José Luis Redrejo. Prólogo de Benoit Minisini

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Tradução

Cientista
 (Antonio Sousa)